Do “Projeto Marca Portugal” ao “Portugal sou eu”: que políticas públicas para a Marca Portugal?
A globalização gera fenómenos de homogeneização e, simultaneamente, uma forte competição entre os países, o que cria uma necessidade de diferenciação entre estes, a que os governos procuram dar resposta através de políticas de marca país. Desde 1990, cada vez mais países têm promovido políticas de m...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/spp, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Sociologia, Problemas e Práticas
2020
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | A globalização gera fenómenos de homogeneização e, simultaneamente, uma forte competição entre os países, o que cria uma necessidade de diferenciação entre estes, a que os governos procuram dar resposta através de políticas de marca país. Desde 1990, cada vez mais países têm promovido políticas de marca para se distinguirem dos concorrentes e aumentarem o progresso socioeconómico. O agendamento político da Marca Portugal surge em 1999, caracterizado pela difusão de ideias políticas de marca país. Mas o tema da marca país ainda carece de uma teorização sólida, emergente de estudos de caso aprofundados. Com este artigo, pretende-se contribuir para colmatar esta lacuna, analisando as medidas desenvolvidas na Marca Portugal até 2015, identificando as ideias políticas que lhes estiveram subjacentes e explicando o que resultou desta trajetória. |
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