Informação e consulta nas multinacionais: A experiência de representantes portugueses em Conselhos de Empresa Europeus
A partir da experiência de representantes portugueses em Conselhos de Empresa Europeus (CEE), aborda‑se a avaliação que aqueles fazem do cumprimento dos dois princípios basilares da Directiva: a informação e a consulta. A este propósito, são tidas em conta duas dimensões da vida dos CEE: a dimensão...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autori principali: | , |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | A partir da experiência de representantes portugueses em Conselhos de Empresa Europeus (CEE), aborda‑se a avaliação que aqueles fazem do cumprimento dos dois princípios basilares da Directiva: a informação e a consulta. A este propósito, são tidas em conta duas dimensões da vida dos CEE: a dimensão funcional e a dimensão das possibilidades práticas. A primeira reporta-se ao modo como a informação e a consulta se encontram vertidas nos textos dos acordos que ditam o modus operandi dos CEE e ao modo como os representantes dos trabalhadores avaliam a informação que lhes é transmitida. A segunda dimensão encontra-se mais orientada para o princípio da consulta e para as possibilidades de os CEE condicionarem as decisões das multinacionais. Ainda que ambas as dimensões sejam olhadas como pouco entusiasmo pelos representantes portugueses, este texto, apoiando‑se no exemplo da GM-Europa, não deixa, todavia, de fazer referência ao papel que os CEE podem desempenhar na construção de uma identidade laboral transnacional. |
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