A automobilização de uma teleatendente para enfrentar as adversidades do trabalho em um Call Center
Em um estudo exploratório buscou-se compreender as atividades de operação de telemarketing em uma central de atendimento de grande porte e as relações com a saúde dos operadores. Os referenciais mais gerais utilizados foram a concepção vitalista de Canguilhem e a perspectiva ergológica, incorporando...
Gorde:
| Argitaratua izan da: | URI:https://journals.openedition.org/laboreal, |
|---|---|
| Egile Nagusiak: | , , |
| Formatua: | Article ou chapitre numérique |
| Hizkuntza: | Portugais |
| Argitaratua: |
Laboreal
2019
|
| Gaiak: | |
| Sarrera elektronikoa: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Gaia: | Em um estudo exploratório buscou-se compreender as atividades de operação de telemarketing em uma central de atendimento de grande porte e as relações com a saúde dos operadores. Os referenciais mais gerais utilizados foram a concepção vitalista de Canguilhem e a perspectiva ergológica, incorporando ferramentas teórico-metodológicas de abordagens clínicas do trabalho, como a Psicodinâmica do Trabalho e a Clínica da Atividade. A ‘entrevista’ realizada inspirou-se na técnica de “instruções ao sósia”. Percebeu-se que a maioria das situações adversas enfrentadas no trabalho é relativa ao estabelecimento de um “tempo médio de atendimento” que deve ser cumprido independente do tipo de cliente e de situação. Entretanto, percebemos que sem o uso que os operadores fazem do tempo, do script, de suas expressões verbais e da relação com os demais trabalhadores, as atividades de trabalho no call center se tornaria ainda mais desgastante, e dificilmente se alcançariam os resultados esperados. |
|---|