Um imaginário bélico da baixa idade média: modelos de representação do guerreiro muçulmano na iconografia ibérica
A presença do reino nasrida de Granada até 1492 junto à fronteira castelhana, assim como os contactos comerciais e militares com o Norte de África, levaram a uma convivência próxima entre cristãos e muçulmanos, o que terá conduzido a uma influência mútua no armamento de ambos os povos e a uma coexis...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/hamsa, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Hamsa
2021
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | A presença do reino nasrida de Granada até 1492 junto à fronteira castelhana, assim como os contactos comerciais e militares com o Norte de África, levaram a uma convivência próxima entre cristãos e muçulmanos, o que terá conduzido a uma influência mútua no armamento de ambos os povos e a uma coexistência entre o armamento cristão e o muçulmano nos vários reinos ibéricos. Exemplo principal deste fenómeno é a adarga ou escudo de formato bi-oval constituído em pele. Partindo das representações iconográficas cristãs no espaço ibérico, tem-se como principal objectivo a observação da figura do combatente muçulmano em confronto com o exército cristão. |
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