O vilipêndio da COVID-19 em call e contact centres em Portugal
Desde o final da década de 1990 que os call e contact centres em Portugal têm vindo a enfrentar questões não apenas relacionadas com direitos laborais, mas também com a segurança e saúde no trabalho. Com a eclosão da pandemia de COVID-19, estes locais tornaram-se focos de contágio do vírus. As desig...
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| Publicat a: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Autor principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicat: |
e-cadernos CES
2023
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| Matèries: | |
| Accés en línia: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumari: | Desde o final da década de 1990 que os call e contact centres em Portugal têm vindo a enfrentar questões não apenas relacionadas com direitos laborais, mas também com a segurança e saúde no trabalho. Com a eclosão da pandemia de COVID-19, estes locais tornaram-se focos de contágio do vírus. As desigualdades de classe foram agravadas pela demarcação entre trabalhadores essenciais e não essenciais. Após o decretar do estado de emergência, a maioria dos operadores de call e contact centre transitou para o regime de teletrabalho, sofrendo uma importante perda de direitos laborais e um aumento do controlo e da vigilância pervasiva, bem como dos riscos psicossociais. Entre março de 2020 e maio de 2022, recorrendo a uma pesquisa netnográfica, foram realizadas entrevistas em profundidade com operadores e sindicalistas de call e contact centre em Portugal para analisar os impactos da pandemia e a transição para o teletrabalho. |
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