“Ser macho neste país é coisa de macho”: a culturalização da masculinidade e sua relação assimétrica com a igualdade

Neste artigo, proponho complementar a análise individualista do campo das masculinidades com as noções de pessoa e reciprocidade para compreender melhor relações tidas por violentas e sujeitos que, nesse campo, são constituídos em oposição moral à noção de cidadão. Com isto, apelo à revisão de supos...

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書誌詳細
出版年:URI:https://journals.openedition.org/aa,
第一著者: Martínez Moreno, Marco Julián
フォーマット: Article ou chapitre numérique
言語:Portugais
出版事項: Anuário Antropológico 2018
主題:
オンライン・アクセス:Accès Université d'Orléans et IFPM
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要約:Neste artigo, proponho complementar a análise individualista do campo das masculinidades com as noções de pessoa e reciprocidade para compreender melhor relações tidas por violentas e sujeitos que, nesse campo, são constituídos em oposição moral à noção de cidadão. Com isto, apelo à revisão de supostos epistemológicos do pesquisador no seu trabalho de classificar e analisar identidades, práticas e relações desde uma perspectiva de gênero, que está em relação estreita com a noção de cultura. Argumento que as categorias de gênero e cultura conjugam três tempos que constroem a masculinidade como uma problemática social a intervir em função de um projeto igualitário. Por último, mostro como alguns homens na Colômbia apropriam-se de categorias próprias de um repertório individualista, transformando a acusação de machistas em identidade para justificar sua existência social como sujeitos de direito.