Uma superfície política para o ‘Leviatã Benevolente’
Em A Montanha Mágica, Thomas Mann (1980) contrapõe, nas vozes dos personagens Leo Naphta e Lodovico Settembrini, respectivamente, um “comunismo” religioso-militar, embrião de um futuro misticismo de tinta nacionalista, devotado ao Estado forte, a um racionalismo liberal – supostamente humanista – d...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/terrabrasilis, |
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| Yazar: | |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
Terra Brasilis
2012
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| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Em A Montanha Mágica, Thomas Mann (1980) contrapõe, nas vozes dos personagens Leo Naphta e Lodovico Settembrini, respectivamente, um “comunismo” religioso-militar, embrião de um futuro misticismo de tinta nacionalista, devotado ao Estado forte, a um racionalismo liberal – supostamente humanista – de cunho inegavelmente eurocêntrico. Se quando Mann começa a escrever o romance em 1912 ainda considera-se um homem “apolítico” e em seguida defende a causa alemã durante a Guerra, quando finaliza s... |
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