Dimensões geopolíticas do modernismo. Contraculturas mexicanas na Califórnia
Proponho-me repensar o modernismo tendo em conta a afirmação de Homi K. Bhabha de que “cada repetição do signo da modernidade é diferente, específica das suas condições de enunciação históricas e culturais”. Centrando-me na obra de Carey McWilliams, procuro dar a conhecer e discutir um trabalho crít...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Главный автор: | |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2012
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | Proponho-me repensar o modernismo tendo em conta a afirmação de Homi K. Bhabha de que “cada repetição do signo da modernidade é diferente, específica das suas condições de enunciação históricas e culturais”. Centrando-me na obra de Carey McWilliams, procuro dar a conhecer e discutir um trabalho crítico que salienta a dimensão geopolítica do modernismo e demonstra que a modernidade não deu, de facto, origem a um tipo único de experiência nos Estados Unidos. Neste caso, o contexto da Grande Depressão, enquanto configuração histórica e cultural específica, exige uma reformulação da expressão e das formas modernistas, na medida em que torna evidente que, quando a modernização fracassa, emergem na sociedade americana fenómenos de desenvolvimento desigual que desafiam a definição de modernidade. A reflexão crítica de McWilliams antecipa configurações críticas actuais, das “contraculturas da modernidade” às “modernidades alternativas”. |
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