Batendo palmas a uma só mão: Colonialismo, pós-colonialismo e as fronteiras espácio-temporais do modernismo

O ensaio põe em causa a ideia dominante de que o Ocidente inventou a modernidade e o modernismo, enquanto o resto do mundo se limitou a imitar o Ocidente mediante formas dele derivadas. Reflecte sobre as paisagens urbanas de Xangai e Manhattan para desfazer a equivalência comummente aceite entre mod...

Szczegółowa specyfikacja

Zapisane w:
Opis bibliograficzny
Wydane w:URI:https://journals.openedition.org/rccs,
1. autor: Friedman, Susan Stanford
Format: Article ou chapitre numérique
Język:Portugais
Wydane: Revista Crítica de Ciências Sociais 2013
Hasła przedmiotowe:
Dostęp online:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Opis
Streszczenie:O ensaio põe em causa a ideia dominante de que o Ocidente inventou a modernidade e o modernismo, enquanto o resto do mundo se limitou a imitar o Ocidente mediante formas dele derivadas. Reflecte sobre as paisagens urbanas de Xangai e Manhattan para desfazer a equivalência comummente aceite entre modernização e ocidentalização, e socorre-se da história mundial comparada e dos estudos pós-coloniais para sugerir novos modos de pensar os limites espácio-temporais do modernismo/modernidade. Põe em paralelo as traduções de gravuras japonesas por Cassatt, as adaptações de artefactos africanos por Picasso e a reescrita de Conrad pelo escritor sudanês Tayeb Salih para demonstrar a existência de fluxos culturais transcontinentais na formação de diferentes modernismos.