Diferentes como só nós. O associativismo GLBT português em três andamentos
O presente texto toma como eixo de análise o modo como a diferença específica da formação social portuguesa determina e se exprime na sociogénese do associativismo GLBT nas três últimas décadas. É possível traçar uma periodização dele em três estádios, à qual deve atribuir‑se sobretudo um valor heur...
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| Τόπος έκδοσης: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Κύριος συγγραφέας: | |
| Μορφή: | Article ou chapitre numérique |
| Γλώσσα: | Portugais |
| Έκδοση: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Θέματα: | |
| Διαθέσιμο Online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Περίληψη: | O presente texto toma como eixo de análise o modo como a diferença específica da formação social portuguesa determina e se exprime na sociogénese do associativismo GLBT nas três últimas décadas. É possível traçar uma periodização dele em três estádios, à qual deve atribuir‑se sobretudo um valor heurístico: o primeiro de 1974 até 1991, que pode dividir‑se em duas fases, uma anterior e outra posterior ao surgimento da epidemia de Sida no nosso país; o segundo, entre 1990-1991 e 1995-1997; e o terceiro, de 1997 até ao presente. A produção de conhecimento sobre o associativismo GLBT tem ainda de se articular com duas outras pesquisas: sobre os seus detractores e inimigos, antigos e neófitos, e sobre a comunidade que o associativismo representa ou de que emerge, com uma história, uma identidade e uma cultura que explicam as razões da adesão ou da resistência a ele. |
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