De dependentes da Estaco a dependentes do Estado: Desemprego de meia-idade e o Estado social como último reduto
Traçam-se as grandes linhas de um modelo de análise das experiências do desemprego, prestando‑se particular atenção a um dos seus pilares: os mediadores de compensação. No âmbito dos mediadores de compensação, analisa-se a função que o Estado social desempenha na organização de estratégias de adapta...
Sparad:
| I publikationen: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Huvudupphovsman: | |
| Materialtyp: | Article ou chapitre numérique |
| Språk: | Portugais |
| Publicerad: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Länkar: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sammanfattning: | Traçam-se as grandes linhas de um modelo de análise das experiências do desemprego, prestando‑se particular atenção a um dos seus pilares: os mediadores de compensação. No âmbito dos mediadores de compensação, analisa-se a função que o Estado social desempenha na organização de estratégias de adaptação à privação de emprego por parte dos desempregados de uma cerâmica de Coimbra, a Estaco, que encerrou em 2001. A posição central que desempenha o Estado social permite que se perspective o desemprego de meia-idade como um acontecimento que compromete a capacidade dos indivíduos para assegurar a sua autonomia financeira e que amplifica a função social do Estado. |
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