Em defesa da pesquisa lenta numa época de ciência acelerada
Vivemos na era da academia rápida, eficiente, dinâmica, produtiva. Em Portugal, como em tantos outros países, institucionalizou-se nos últimos anos uma cultura académica que eu e outras/os autoras/es temos apelidado de performativa (Ball, 2000; Blackmore e Sachs, 2003; M. M. Pereira, 2017). Esta t...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2018
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| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Vivemos na era da academia rápida, eficiente, dinâmica, produtiva. Em Portugal, como em tantos outros países, institucionalizou-se nos últimos anos uma cultura académica que eu e outras/os autoras/es temos apelidado de performativa (Ball, 2000; Blackmore e Sachs, 2003; M. M. Pereira, 2017). Esta transformação não só alterou as nossas práticas diárias de produção de conhecimento científico, como teve também um outro efeito muito significativo: reconfigurou profundamente as definições dominan... |
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