Fluidez tectónica. As bio-tecno-ciências, a bio-arte e a paisagem cognitiva do presente
O presente ensaio constitui um comentário crítico à tese de Paul Virilio de que certo tipo de práticas na fronteira entre a arte e a tecno-ciência, práticas a que se convencionou chamar “bio-arte”, epitomizam o radicalismo expressionista e niilista do presente. A investigação aqui iniciada revela, a...
Sparad:
| I publikationen: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Huvudupphovsman: | |
| Materialtyp: | Article ou chapitre numérique |
| Språk: | Portugais |
| Publicerad: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Länkar: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sammanfattning: | O presente ensaio constitui um comentário crítico à tese de Paul Virilio de que certo tipo de práticas na fronteira entre a arte e a tecno-ciência, práticas a que se convencionou chamar “bio-arte”, epitomizam o radicalismo expressionista e niilista do presente. A investigação aqui iniciada revela, através de um olhar sobre as práticas artísticas de Eduardo Kac, que estas, longe de apelarem a tal radicalismo, só se tornam operativas e significativas numa atmosfera de compromisso ético e político que é tomada como inescapável dada a relevância que assumem as bio-tecno-ciências no mundo contemporâneo. |
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