A topologia do Ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade
O ensaio examina a articulação entre raça e espaço na obra de vários pensadores europeus. Centrando-se no projecto de Martin Heidegger de procurar no Ocidente as raízes, denuncia a cumplicidade desse projecto com uma visão cartográfica imperial que cria e separa as cidades dos deuses e as cidades do...
Zapisane w:
| Wydane w: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| 1. autor: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Język: | Portugais |
| Wydane: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Hasła przedmiotowe: | |
| Dostęp online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Streszczenie: | O ensaio examina a articulação entre raça e espaço na obra de vários pensadores europeus. Centrando-se no projecto de Martin Heidegger de procurar no Ocidente as raízes, denuncia a cumplicidade desse projecto com uma visão cartográfica imperial que cria e separa as cidades dos deuses e as cidades dos danados. O autor identifica concepções análogas noutros pensadores ocidentais, sobretudo em Levinas, Negri, ˇZiˇzeck, Habermas e Derrida. Ao projecto da busca das raízes, com os seus pressupostos racistas, ele opõe uma visão crítica, inspirada em Fanon, que sublinha o carácter constitutivo da colonialidade e da danação para o projecto da modernidade europeia. O autor conclui com um apelo a uma diversalidade radical e uma geopolítica do conhecimento descolonial. |
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