Miguel Cardina, A tradição da contestação. Resistência estudantil em Coimbra no Marcelismo.
A tradição da contestação é um título aparentemente ambíguo, pela contradição nos termos que sugere e, consequentemente, pelo desafio que lança ao leitor. Na verdade, tradição opõe-se a contestação, como continuidade a mudança. Sendo, aliás, os dois pólos em que se equilibra a vida das sociedades,...
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| 出版年: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| 第一著者: | |
| フォーマット: | Article ou chapitre numérique |
| 言語: | Portugais |
| 出版事項: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2012
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| オンライン・アクセス: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| 要約: | A tradição da contestação é um título aparentemente ambíguo, pela contradição nos termos que sugere e, consequentemente, pelo desafio que lança ao leitor. Na verdade, tradição opõe-se a contestação, como continuidade a mudança. Sendo, aliás, os dois pólos em que se equilibra a vida das sociedades, a sua ligação parece improvável, se não mesmo impossível. Contudo, a leitura das primeiras páginas deixa muito clara a intenção do autor, mostrando como a heterodoxa aliança dos dois conceitos é, a... |
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