A Nova Babilónia ou a rua como um happening non‑stop de comprido
Este artigo discute a Nova Babilónia, a metacidade desenvolvida num período de quase vinte anos (1953‑56/1974) por Constant Nieuwenhuis (1929‑2005) e apresenta argumentos para que seja lida como uma variante de agit‑monumento, uma manifestação da antiarte pública e antioficial, que se ergue contra a...
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| In: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Main Author: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Language: | Portugais |
| Published: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Subjects: | |
| Online Access: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Summary: | Este artigo discute a Nova Babilónia, a metacidade desenvolvida num período de quase vinte anos (1953‑56/1974) por Constant Nieuwenhuis (1929‑2005) e apresenta argumentos para que seja lida como uma variante de agit‑monumento, uma manifestação da antiarte pública e antioficial, que se ergue contra a desvalorização quotidiana do “conhece‑te a ti próprio”, contra o facto de a vida moderna exortar cada vez menos os homens à vida filosófica, à consciência crítica, a atuarem politicamente para mudarem as suas condições sociais. Entendemos aqui a Nova Babilónia, a superurbe situacionista, como uma sociedade sem espetáculo mas na sua essência comunitária, como o lugar histórico onde o contraste entre o existente e o possível é superado. |
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