Revitalização cultural urbana “de cima para baixo” – Bens culturais escondidos e a reabilitação da antiga Fábrica Rog

Os projetos de reabilitação de incidência cultural visam amiúde a criação, em contexto urbano, de novas instalações, serviços, produtos e ambientes artísticos graças aos quais se torna possível à cidade adquirir uma singularidade diferenciadora, daí retirando, ao mesmo tempo, dividendos económicos....

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ग्रंथसूची विवरण
में प्रकाशित:URI:https://journals.openedition.org/rccs,
मुख्य लेखक: Uršič, Matjaž
स्वरूप: Article ou chapitre numérique
भाषा:Portugais
प्रकाशित: Revista Crítica de Ciências Sociais 2013
विषय:
ऑनलाइन पहुंच:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
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सारांश:Os projetos de reabilitação de incidência cultural visam amiúde a criação, em contexto urbano, de novas instalações, serviços, produtos e ambientes artísticos graças aos quais se torna possível à cidade adquirir uma singularidade diferenciadora, daí retirando, ao mesmo tempo, dividendos económicos. No entanto, no decurso desse desenvolvimento urbano sucede muitas vezes que não resulta totalmente claro qual a estratégia de reabilitação a seguir, nem quais as consequências que ela irá ter na área envolvente, na respetiva estrutura social e na comunidade local no seu conjunto. Nalguns casos é possível prever que a reabilitação poderá traduzir‑se na diminuição da heterogeneidade cultural ao nível local, além de travar processos mais amplos de revitalização sociocultural perspetivados para a cidade no seu todo. O presente artigo propõe uma visão crítica dos processos de planeamento de revitalização cultural segundo uma abordagem “de cima para baixo”. Mais concretamente, debruça‑se sobre o projeto de reabilitação da antiga Fábrica Rog de bicicletas, situada no centro da cidade de Liubliana e objeto de um plano de reabilitação com vista à sua transformação no Centro de Artes Contemporâneas. Com base nas caraterísticas sociais, económicas e arquitetónicas do meio em que o projeto concreto de reabilitação está inserido, realça‑se a importância de um planeamento cultural “de baixo para cima”, assente numa inclusão mais alargada dos diversos grupos populacionais em presença.