Onde para o mercado?
Apesar da mais recente crise, a expansão dos mercados e da retórica mercantil ainda constitui um dos traços de uma época marcada pelo que Crouch (2011) apodou de “estranha não‑morte do neoliberalismo” (ver recensão neste número). Continua pujante o processo de mercadorização através do qual objetos...
Zapisane w:
| Wydane w: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
|---|---|
| Główni autorzy: | , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Język: | Portugais |
| Wydane: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
|
| Dostęp online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Streszczenie: | Apesar da mais recente crise, a expansão dos mercados e da retórica mercantil ainda constitui um dos traços de uma época marcada pelo que Crouch (2011) apodou de “estranha não‑morte do neoliberalismo” (ver recensão neste número). Continua pujante o processo de mercadorização através do qual objetos (no sentido mais amplo do termo), que podem ter sido anteriormente provisionados através de mecanismos não‑mercantis, passam a ser alvo de transações mercantis e/ou a ser representados por um disc... |
|---|