Saberes dos cidadãos e saber político
Nos processos participativos contemporâneos, expressões como “saber do cidadão”, “saber comum” ou “saber do utilizador” são, hoje em dia, excessivamente utilizadas. Este artigo esclarece o âmbito destas expressões, ao analisar, sucessivamente, três conjuntos epistémicos aplicáveis às dinâmicas de pa...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Nos processos participativos contemporâneos, expressões como “saber do cidadão”, “saber comum” ou “saber do utilizador” são, hoje em dia, excessivamente utilizadas. Este artigo esclarece o âmbito destas expressões, ao analisar, sucessivamente, três conjuntos epistémicos aplicáveis às dinâmicas de participação: a razão comum, a expertise do cidadão e o saber político. O artigo discute os desafios políticos deste apoio reivindicado nessas formas específicas de saber e contribui para renovar a oposição clássica entre teorias elitistas e teorias participativas da democracia. Embora a redução do saber dos profissionais da política a um saber político mais geral seja improvável, será que a dependência dos saberes dos cidadãos não é susceptível de contribuir para a revitalização da política no seu todo? |
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