Imobilidades e fracturas. Mulheres, identidades e narrativas viajantes em Timor-Leste
A partida de Timor‑Leste e a ausência mais ou menos prolongada, e em maior ou menor grau politicamente motivada, condicionou a reconfiguração da identidade de algumas mulheres timorenses. Esta identidade reconfigurada passou a incorporar tanto as memórias do tempo passado na “sua terra” como as expe...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | A partida de Timor‑Leste e a ausência mais ou menos prolongada, e em maior ou menor grau politicamente motivada, condicionou a reconfiguração da identidade de algumas mulheres timorenses. Esta identidade reconfigurada passou a incorporar tanto as memórias do tempo passado na “sua terra” como as experiências que a condição de afastamento lhes impôs e a ficção do futuro como uma escatologia própria da diáspora.Neste texto, e num primeiro momento, é meu interesse reflectir sobre a teorização de modos de produção de identidades e narrativas viajantes e o seu lugar no confronto entre o consenso nacionalista e o dissenso pós‑bélico. Num segundo momento procuro discutir como estas identidades e discursividades migrantes e diaspóricas se constituem como lugares de imobilidade e de fractura nos quais as mulheres participam. |
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