Os caminhos estreitos da economia portuguesa: Trabalho, produção, empresas e mercados
Neste texto parte-se de uma convicção teórica: a diversidade é uma marca essencial da organização das economias. Assim se estabelece a distância com as visões globalistas que têm predominado nas ciências sociais. Depois, analisa-se a economia portuguesa através do que se considera ser uma das suas c...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Neste texto parte-se de uma convicção teórica: a diversidade é uma marca essencial da organização das economias. Assim se estabelece a distância com as visões globalistas que têm predominado nas ciências sociais. Depois, analisa-se a economia portuguesa através do que se considera ser uma das suas características centrais – o amplo uso de força de trabalho. Defende-se de seguida que a disponibilidade do trabalho não tem tido como consequência boa organização empresarial, faltando inovação e inclusão. O trabalho é, pois, a base do crescimento. Mas não da justiça redistributiva. Os dilemas da economia portuguesa são ainda complementados pelo que se passa nos seus limitados mercados de exportação. |
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