A melancolia de Ísis. O despertar da crítica ao colonialismo no pensamento intersticial do jovem Eduardo Lourenço
O ano de 2023 assinalou o centenário de Eduardo Lourenço (1923-2020), um dos mais originais e reconhecidos vultos da Filosofia e da Cultura em Portugal. À vela de uma escrita encantatória, onde Filosofia e Literatura tecem um diálogo fecundo, o ensaísmo de Eduardo Lourenço é uma forma de corresponde...
Gorde:
| Argitaratua izan da: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Egile nagusia: | |
| Formatua: | Article ou chapitre numérique |
| Hizkuntza: | Portugais |
| Argitaratua: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2026
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| Gaiak: | |
| Sarrera elektronikoa: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Gaia: | O ano de 2023 assinalou o centenário de Eduardo Lourenço (1923-2020), um dos mais originais e reconhecidos vultos da Filosofia e da Cultura em Portugal. À vela de uma escrita encantatória, onde Filosofia e Literatura tecem um diálogo fecundo, o ensaísmo de Eduardo Lourenço é uma forma de corresponder ao próprio ritmo do tempo, na forma como se dá como pensável. Este artigo, partindo da relação especial entre Eduardo Lourenço e o Brasil, ausculta a importância do “tempo brasileiro” de Lourenço, não só no despertar para o problema do colonialismo ou da experiência da língua na relação entre povos como na consolidação do ensaio como singularidade do pensador português. |
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