Divisão social do trabalho, disposições e consentimento: um itinerário crítico à intersubjetividade normativa
Este texto parte da teoria de reconhecimento proposta por Honneth (2011) para destacar o papel da crítica social dos processos de ressignificação do trabalho, assente em acordos intersubjetivos entre os atores sociais, interpretando-se o lugar de autoexploração consentida ou novas servidões voluntár...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2025
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Este texto parte da teoria de reconhecimento proposta por Honneth (2011) para destacar o papel da crítica social dos processos de ressignificação do trabalho, assente em acordos intersubjetivos entre os atores sociais, interpretando-se o lugar de autoexploração consentida ou novas servidões voluntárias. No confronto empírico, foram elaborados dois casos de estudo conduzidos entre 2018 e 2023. O primeiro foca-se nas mulheres fundadoras e sucessoras de empresas familiares e o segundo incide sobre o regresso ao trabalho no período pós-covid-19. Ao contrapor a aceitação quer de condições sociais de produção e reprodução, quer da sua legitimação discursiva plasmada num conjunto de dispositivos normativos e sociocognitivos pelos atores sociais, reivindica-se uma sociologia do trabalho crítica sobre a emancipação pelo e no trabalho. |
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