Perguntas aos dirigentes sindicais: Manuel Carvalho da Silva (CGTP-IN) e João Proença (UGT)
Muitos analistas têm vindo a traçar um diagnóstico pessimista do sindicalismo de hoje, sublinhando a sua crescente fragilização. Uma crítica que por vezes se aponta aos nossos dirigentes sindicais é que continuam a organizar os programas de luta actuais com base no pressuposto do trabalho estável –...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Muitos analistas têm vindo a traçar um diagnóstico pessimista do sindicalismo de hoje, sublinhando a sua crescente fragilização. Uma crítica que por vezes se aponta aos nossos dirigentes sindicais é que continuam a organizar os programas de luta actuais com base no pressuposto do trabalho estável – e num conceito de emprego que entretanto está a desaparecer – e não conseguem encontrar formas de conjugar a defesa dos direitos dos trabalhadores com os dos desempregados, pobres e excluídos. Gos... |
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