Globalização e espaços públicos: A não regulação como estratégia de hegemonia global
Este artigo tem como objetivo tratar o recente processo de globalização do ponto de vista da relação entre regulação e emancipação. A minha tese principal será que o processo de globalização muda a relação entre essas duas categorias e exige a introdução de um terceiro elemento que denominarei de nã...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Este artigo tem como objetivo tratar o recente processo de globalização do ponto de vista da relação entre regulação e emancipação. A minha tese principal será que o processo de globalização muda a relação entre essas duas categorias e exige a introdução de um terceiro elemento que denominarei de não‑regulação. O meu argumento não é o de que a não regulação constitui uma característica completamente nova na modernidade e sim de que a forma como a hegemonia no espaço político globalizado ocorre no começo do século XXI consiste em uma combinação entre super‑regulação e não regulação que adquire características completamente novas. A segunda questão que será tratada neste trabalho é: em que medida os novos espaços públicos globais que estão surgindo na modernidade tardia podem fazer frente a esses espaços globais não regulados. |
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