As diferentes faces da razão (II). Risco, ciência e peritos
Em texto anterior argumentou-se contra os excessos do cientismo com que, na linha de Sokal e Bricmont, António Manuel Baptista ataca as análises sociológicas dos processos e produtos da ciência, nomeadamente as posições de Boaventura de Sousa Santos. Neste outro texto, pretende-se contestar AMB e os...
Spremljeno u:
| Izdano u: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Glavni autori: | , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Jezik: | Portugais |
| Izdano: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2013
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| Teme: | |
| Online pristup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sažetak: | Em texto anterior argumentou-se contra os excessos do cientismo com que, na linha de Sokal e Bricmont, António Manuel Baptista ataca as análises sociológicas dos processos e produtos da ciência, nomeadamente as posições de Boaventura de Sousa Santos. Neste outro texto, pretende-se contestar AMB e os sokalistas no seu próprio campo, o da ciência pura e dura, mostrando que eles próprios não compreendem o estatuto das suas ciências, e tentando ponderar afirmações menos precisas, frequentes na análise da sociogénese da ciência. Trazendo a discussão para o nosso tempo, abordaremos também uma problemática não tratada no texto anterior, a do estatuto dos cientistas e tecnólogos enquanto peritos nas instâncias de decisão. Por último, tratará de analisar-se como as controvérsias entre peritos, hoje tão frequentes, são vividas no seio da comunidade científica e qual a evolução que geram na própria prática pericial. |
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