O lado sombrio da migração irregular no Reino Unido, no filme Coisas belas e sujas
O artigo propõe uma interpretação do filme de 2002 Coisas belas e sujas (Dirty Pretty Things, no original) – do cineasta britânico Stephen Frears – entendendo-o como uma tomada de posição política sobre os movimentos migratórios globais e, particularmente, em relação à política migratória britânica...
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| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2021
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | O artigo propõe uma interpretação do filme de 2002 Coisas belas e sujas (Dirty Pretty Things, no original) – do cineasta britânico Stephen Frears – entendendo-o como uma tomada de posição política sobre os movimentos migratórios globais e, particularmente, em relação à política migratória britânica do início do século xxi. No filme, migrantes em situação irregular, que sobrevivem em Londres à base de empregos precários e provisórios e jornadas extenuantes, envolvem-se involuntariamente com o tráfico internacional de órgãos humanos e passaportes falsificados. A metodologia de análise fílmica combina a abordagem contextualista de Marc Ferro, que nos convida a explorar os diálogos do filme com o mundo social, com a proposta semiótica de Pierre Sorlin, com o auxílio da qual interpretamos os signos e metáforas que constroem os sentidos internos da narrativa fílmica. |
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