Teatro fora dos teatros. Arte dramática na prisão, no jardim e no bairro
O teatro dos nossos dias realiza-se muitas vezes em espaços não convencionais, que não foram construídos nem concebidos para acolher eventos desse tipo. Procede-se, então, a uma abordagem sociológica do teatro fora dos teatros, equacionando a relação entre agentes teatrais e espaços não teatrais, de...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Auteur principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2012
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O teatro dos nossos dias realiza-se muitas vezes em espaços não convencionais, que não foram construídos nem concebidos para acolher eventos desse tipo. Procede-se, então, a uma abordagem sociológica do teatro fora dos teatros, equacionando a relação entre agentes teatrais e espaços não teatrais, de maneira a averiguar o que acontece, em tais casos, à arte dramática. Para tal, analisam-se três criações artísticas que decorreram em Coimbra em 2003: (apresentada na prisão); (apresentada no Jardim Botânico) e (apresentada no Bairro da Relvinha). Discute-se o modo como os elementos materiais e físicos do espaço foram mobilizados como partes integrantes ou em interacção com o cenário, texto, luz e som dos espectáculos. |
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