Rui Namorado, nenhum lugar e sempre
Considerando que a poesia que Rui Namorado nos dá a ler, neste seu último livro, partilha de concepções poéticas que encontro em alguns dos grandes poetas do continente que nos fica para lá do Atlântico, vou tentar estabelecer algumas pontes que, penso, podem oferecer uma passagem para a escrita ma...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/rccs, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Revista Crítica de Ciências Sociais
2012
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| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Considerando que a poesia que Rui Namorado nos dá a ler, neste seu último livro, partilha de concepções poéticas que encontro em alguns dos grandes poetas do continente que nos fica para lá do Atlântico, vou tentar estabelecer algumas pontes que, penso, podem oferecer uma passagem para a escrita mais recente deste autor. Charles Bernstein, um dos pais do movimento L=A=N=G=U=A=G=E, nos EUA, diz-nos acerca da sua “A-poética”:A Poesia é a aversão à conformidade na procura de formas novas – ou p... |
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