A literatura que move a obra de Lia Rodrigues
Este artigo apresenta as leituras que moveram o trabalho da coreógrafa Lia Rodrigues (1956), desde os anos 1990, até sua peça de 2016, Para que o céu não caia. O estudo elenca obras de ficção e não ficção, incluindo literatura, filosofia e antropologia, que serviram de dispositivos disparadores para...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/rbep, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Revista Brasileira de Estudos da Presença
2023
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Este artigo apresenta as leituras que moveram o trabalho da coreógrafa Lia Rodrigues (1956), desde os anos 1990, até sua peça de 2016, Para que o céu não caia. O estudo elenca obras de ficção e não ficção, incluindo literatura, filosofia e antropologia, que serviram de dispositivos disparadores para as dramaturgias dos trabalhos, sem, contudo, buscar traduzir a palavra escrita de forma linear ou narrativa em dança. A análise apresenta estas dobras coreográficas, que fogem de uma leitura convencional, para atingir estados corporais nos bailarinos. O levantamento das leituras é apresentado em sua relação com o repertório da companhia, propondo diálogos de fragmentos dos textos com a dança. |
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