Para se Dançar às Avessas: Artaud, Mbembe e a dança como insurgência visceral do corpo-sem-órgãos

Investiga-se aqui a questão do corpo (e da dança como superação possível de seus automatismos). Para tanto, apresenta-se o conceito alargado de dança na contemporaneidade, tendo Artaud e o conceito de corpo-sem-órgãos como ponto de partida. Em um segundo momento, a discussão se amplia com a leitura...

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Detalhes bibliográficos
Publicado no:URI:https://journals.openedition.org/rbep,
Auteurs principaux: Silveira, Marina de Nóbile da, Dias, Luciana da Costa
Formato: Article ou chapitre numérique
Idioma:Portugais
Publicado em: Revista Brasileira de Estudos da Presença 2023
Assuntos:
Acesso em linha:Accès Université d'Orléans et IFPM
Descrição
Resumo:Investiga-se aqui a questão do corpo (e da dança como superação possível de seus automatismos). Para tanto, apresenta-se o conceito alargado de dança na contemporaneidade, tendo Artaud e o conceito de corpo-sem-órgãos como ponto de partida. Em um segundo momento, a discussão se amplia com a leitura necropolítica da atualidade, realizada por Mbembe, que aprofundou a biopolítica em conceitos como mortificação, reconstrução de si e visceralidade. Finalizando, a metodologia utilizada é a de revisão bibliográfica, e as conclusões alcançadas apontam em direção ao corpo – sobretudo o corpo que dança – como possibilidade de insurgência da assim chamada resistência visceral.