Entre a Dança que Tomba e a Biblioteca que Dança, a Dimenti faz da Memória a História
Criado em 1988, o Grupo Dimenti (Salvador/BA) vem produzindo obras que borram as fronteiras entre linguagens cênicas e modos de produção, até finalmente se constituir como Dimenti Produções Culturais, ambiente de criação que hoje engloba produção audiovisual, editorial, fonográfica, eventos e festiv...
Tallennettuna:
| Julkaisussa: | URI:https://journals.openedition.org/rbep, |
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| Aineistotyyppi: | Article ou chapitre numérique |
| Kieli: | Portugais |
| Julkaistu: |
Revista Brasileira de Estudos da Presença
2023
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| Aiheet: | |
| Linkit: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Yhteenveto: | Criado em 1988, o Grupo Dimenti (Salvador/BA) vem produzindo obras que borram as fronteiras entre linguagens cênicas e modos de produção, até finalmente se constituir como Dimenti Produções Culturais, ambiente de criação que hoje engloba produção audiovisual, editorial, fonográfica, eventos e festivais, entre outros. Neste artigo são abordados os espetáculos de dança Tombé (2001) e Biblioteca de dança (2017) como exemplos dessa produção diversificada. Busca-se, a partir da perspectiva dos seus integrantes, apontar traços autorais que persistem na trajetória criativa da Dimenti, como a comicidade, a não-linearidade e a incorporação de um discurso ideológico de alteridade. |
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