Retorno a Paris: Thomas Ostermeier e a performatização da identidade gay
Em seus espetáculos, o diretor alemão Thomas Ostermeier propõe uma abordagem sociológica que procura encenar as relações e as estruturas de poder de nossa contemporaneidade. Quais são os obstáculos à concretização de tais objetivos quando o foco recai sobre o entrecruzamento dos eixos de opressão de...
Guardado en:
| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/rbep, |
|---|---|
| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Lenguaje: | Portugais |
| Publicado: |
Revista Brasileira de Estudos da Presença
2023
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumario: | Em seus espetáculos, o diretor alemão Thomas Ostermeier propõe uma abordagem sociológica que procura encenar as relações e as estruturas de poder de nossa contemporaneidade. Quais são os obstáculos à concretização de tais objetivos quando o foco recai sobre o entrecruzamento dos eixos de opressão de raça, classe e gênero? O presente ensaio busca investigar as contradições inerentes ao autodeclarado realismo sociológico de Ostermeier a partir da reflexão sobre os espetáculos Retour à Reims [Retorno a Reims] (2019) e Histoire de la Violence [História da Violência] (2020), baseados nas respectivas obras literárias homônimas de Didier Eribon e Édouard Louis. |
|---|