“Processo dos 50”: memórias da luta clandestina pela independência de Angola
A ideia de independência fazia parte do imaginário de alguns angolanos na década de 1940. Porém, foi nos anos 1950 que começaram a empreender-se acções que visavam a reivindicação da independência da colónia. Através das memórias de patriotas envolvidos no chamado “Processo dos 50”, pretendemos faze...
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| In: | URI:https://journals.openedition.org/ras, |
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| Main Author: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Language: | Portugais |
| Published: |
Revista Angolana de Sociologia
2013
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| Subjects: | |
| Online Access: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Summary: | A ideia de independência fazia parte do imaginário de alguns angolanos na década de 1940. Porém, foi nos anos 1950 que começaram a empreender-se acções que visavam a reivindicação da independência da colónia. Através das memórias de patriotas envolvidos no chamado “Processo dos 50”, pretendemos fazer um estudo sobre as acções de grupos envolvidos no processo de contestação ao regime colonial português. Actuando na clandestinidade, os patriotas procuravam consciencializar os demais angolanos face à necessidade de lutar pela independência, denunciar as atrocidades coloniais e procurar apoios internacionais face à causa independentista. Denúncias e perseguições aos patriotas resultavam em prisões, pondo em causa os ideais independentistas. O início das prisões políticas a 29 de Março de 1959, em Luanda, consistiu um marco nesse processo de reivindicação. |
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