Gênero, carreira e instituições: estereótipos, “teto de vidro” e outras implicações
Este ensaio tem como objetivo apresentar uma proposição teórica sobre a relação que se estabelece entre Carreira e Gênero a partir da perspectiva de Thorstein Veblen na Teoria Institucional. A separação de um universo masculino versus feminino foi criada e enraizada geração após geração, carregada d...
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| Publicat a: | URI:https://journals.openedition.org/polis, |
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| Autors principals: | , , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Publicat: |
Polis
2021
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| Matèries: | |
| Accés en línia: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumari: | Este ensaio tem como objetivo apresentar uma proposição teórica sobre a relação que se estabelece entre Carreira e Gênero a partir da perspectiva de Thorstein Veblen na Teoria Institucional. A separação de um universo masculino versus feminino foi criada e enraizada geração após geração, carregada de preconceitos e discriminações frente ao gênero feminino, legitimando a desigualdade. O modelo teórico aqui apresentado, debate a institucionalização de carreiras feminizadas e masculinizadas.O estudo dos instintos, hábitos, formas de pensamento, sua repetição e legitimação até originar as instituições fornece uma nova perspectivapara compreender as desigualdades entre homens e mulheres desde a infância, e que, posteriormente,determinam o desenvolvimento e progressão de suas carreiras profissionais.A relação teórico-empírica realizada baseia-se em dados de gênero e trabalho no Brasil, refletindo, em especial,a realidade das carreiras deste país. |
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