Estado, desenvolvimento e direitos humanos na fronteira amazônica: a violência do encontro entre o indígena e o não indígena no Território Federal do Guaporé
O presente artigo busca refletir sobre as relações de “encontro de sociedades” entre indígenas e não indígenas na porção sul da Amazônia Ocidental brasileira, bem como discutir os projetos de desenvolvimento e as políticas de direitos humanos aplicados na região na década de 1950. Neste contexto, a...
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| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/polis, |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , , , |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Polis
2017
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | O presente artigo busca refletir sobre as relações de “encontro de sociedades” entre indígenas e não indígenas na porção sul da Amazônia Ocidental brasileira, bem como discutir os projetos de desenvolvimento e as políticas de direitos humanos aplicados na região na década de 1950. Neste contexto, a discussão de fronteira, ambiente e sociedade é promissora, por não se tratar apenas das relações de fronteira, como consideração científica, em razão de outras possibilidades que perpassam a materialidade do Estado-Nação, visto que se inscrevem em questões econômicas, políticas e sociais interligadas a territorialidades com funções, processos e significados de apreensões territoriais e espaciais distintos. Numa região de fronteira econômica, os recursos naturais são considerados fartos é inegável a busca incessante para sua exploração por meio de mecanismos que sempre ou quase sempre resultam em “encontros de sociedade”, ou seja, entre os migrantes e as populações locais – no caso, as indígenas - sendo que tais “encontros de sociedades” são realizados por enfrentamentos, que em seu contexto é configurado em processo de resistência em contraponto a novas dinâmicas territoriais. |
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