A revolta dos insubmissos no jogo das manifestações de rua no Brasil
O presente artigo é um olhar reflexivo, construído no calor da conjuntura, é um relato que registra impressões, nuanças e diálogos em torno das mobilizações de ruas que surpreenderam o Brasil e o mundo. Os protestos de junho de 2013 no país podem ser abordados por múltiplos olhares e interpretados p...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/polis, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Polis
2016
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | O presente artigo é um olhar reflexivo, construído no calor da conjuntura, é um relato que registra impressões, nuanças e diálogos em torno das mobilizações de ruas que surpreenderam o Brasil e o mundo. Os protestos de junho de 2013 no país podem ser abordados por múltiplos olhares e interpretados por diferentes matrizes teóricas. Porém, minha opção foi pela construção de uma leitura crítica ao modo de produção e administração capitalista no país e pela defesa da construção de alternativas emancipatórias. A reflexão aborda as origens das mobilizações, suas características e conquistas, a violência nas ruas, a privatização da política e a crise de representatividade do sistema político; e, por último, as conclusões focadas no esgotamento do modelo neodesenvolvimentista dos governos petistas. |
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