Mulheres Sem Terra – construindo a resistência nas ruas, nos quintais e nas ações de solidariedade

A partir do golpe de 2016 o Brasil vivenciou uma série de retrocessos nas políticas públicas sociais, que impactou a vida das pessoas e o meio ambiente. No campo, a paralisação da reforma agrária e da demarcação dos territórios indígenas e quilombolas, ao mesmo tempo que possibilitou a regularização...

Szczegółowa specyfikacja

Zapisane w:
Opis bibliograficzny
Wydane w:URI:https://journals.openedition.org/orda,
1. autor: de Freitas, Lucinéia Miranda
Format: Article ou chapitre numérique
Język:Portugais
Wydane: L’Ordinaire des Amériques 2025
Hasła przedmiotowe:
Dostęp online:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Opis
Streszczenie:A partir do golpe de 2016 o Brasil vivenciou uma série de retrocessos nas políticas públicas sociais, que impactou a vida das pessoas e o meio ambiente. No campo, a paralisação da reforma agrária e da demarcação dos territórios indígenas e quilombolas, ao mesmo tempo que possibilitou a regularização fundiária de grandes propriedades griladas, a exploração mineral, florestal, com consequente ampliação da violência contra os povos. Esse período foi marcado também por muita resistência, principalmente a partir das mulheres, com a construção de lutas importantes. Com a pandemia da Covid-19, a crise econômica e social se agravou juntamente com a crise sanitária e os processos de resistência das organizações e movimentos sociais tiveram de ser reinventados, nos fazendo perceber que a resistência é cotidiana, e perpassa pelas ações de cuidados praticadas pelas mulheres que vão desde o quintal a produção das marmitas. O objetivo do artigo é compreender esse processo, para isso utilizou como materiais de buscas os documentos produzidos pelo MST, no bojo da campanha Mulheres Sem Terra: Contra os vírus e as violências.