A província do Maranhão no processo de Independência: estratégias e perspectivas dos homens de negócio “portugueses”
Os primeiros anos do século XIX foram marcados pelo fortalecimento dos homens de grosso trato no Maranhão. Contudo, a capitania passou por momentos conturbados entre a adesão a Revolução do Porto, em 1821, e a “adesão” à Independência do Brasil, em 1823. A forte oposição dos negociantes portugueses...
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| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| المؤلف الرئيسي: | |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2024
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | Os primeiros anos do século XIX foram marcados pelo fortalecimento dos homens de grosso trato no Maranhão. Contudo, a capitania passou por momentos conturbados entre a adesão a Revolução do Porto, em 1821, e a “adesão” à Independência do Brasil, em 1823. A forte oposição dos negociantes portugueses ao projeto de separação política de Portugal prejudicou o poderio alcançado por estas figuras relacionadas ao comércio após a “adesão” da província. Os homens de negócio da praça comercial do Maranhão passam a serem entendidos, pós-Independência, como “portugueses” e, consequentemente, uma ameaça à construção do novo Estado. Em 1825, após a diminuição dos embates, tais negociantes buscaram se restabelecer ao lado do novo governo provincial. Sendo assim, o objetivo do presente artigo é analisar a atuação dos homens de negócio portugueses no processo de resistência e de “adesão” do Maranhão ao projeto de separação política iniciado no Rio de Janeiro, entre 1821 a 1826. Por meio da atuação do Corpo de Comércio, busca-se analisar as estratégias utilizadas pelos negociantes “portugueses” para se reposicionar politicamente no Maranhão, assim como, discutir as diferentes nuances que marcaram a construção do recém-criado Estado do Brasil. |
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