Reformas e revoltas – América Britânica e Portuguesa c. 1760-1790
Na segunda metade do século 18, para fortalecer a sua soberania sobre os territórios ultramarinos, as principais monarquias europeias intervieram na economia e administração coloniais. As reformas dos impérios, também denominadas borbônicas, pombalinas e britânicas, objetivavam particularmente reduz...
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| 發表在: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| 主要作者: | |
| 格式: | Article ou chapitre numérique |
| 語言: | Portugais |
| 出版: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2020
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| 主題: | |
| 在線閱讀: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| 總結: | Na segunda metade do século 18, para fortalecer a sua soberania sobre os territórios ultramarinos, as principais monarquias europeias intervieram na economia e administração coloniais. As reformas dos impérios, também denominadas borbônicas, pombalinas e britânicas, objetivavam particularmente reduzir a autonomia das elites coloniais, sobretudo na administração e economia. Embora os impérios fossem tão distintos, a comparação permite comprovar que o processo de centralização política das monarquias, ou melhor, a alteração das monarquias corporativas ou compósitas, estavam ocorrendo quase simultaneamente. Suas políticas intervencionistas provocaram a quebra dos pactos que envolviam o soberano e seus súditos ultramarinos. Entre 1760 e 1790, nos diferentes impérios, os súditos rebelaram contra as metrópoles para fazer retroceder as reformas. As revoltas nas colônias britânicas resultaram na independência, enquanto no Brasil a conjuntura revolucionária promoveu um novo plano para a reconstrução da soberania portuguesa sobre a colônia. |
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