Mapas manuscritos, práticas de espaço e conhecimento geográfico na bacia platina (sécs. XVI e XVII)
Desde as primeiras décadas da invasão e início da ocupação europeia na América, inúmeras obras e relatos foram escritos sobre a natureza e geografia do Novo Mundo. Esse conhecimento foi utilizado de fonte pelos cartógrafos que foram mapeando o continente à medida em que ele se descortinava frente ao...
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| প্রকাশিত: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| প্রধান লেখক: | |
| বিন্যাস: | Article ou chapitre numérique |
| ভাষা: | Portugais |
| প্রকাশিত: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2020
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| বিষয়গুলি: | |
| অনলাইন ব্যবহার করুন: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| সংক্ষিপ্ত: | Desde as primeiras décadas da invasão e início da ocupação europeia na América, inúmeras obras e relatos foram escritos sobre a natureza e geografia do Novo Mundo. Esse conhecimento foi utilizado de fonte pelos cartógrafos que foram mapeando o continente à medida em que ele se descortinava frente aos europeus. Os mapas do período, portanto, foram construídos a partir da experiência das expedições de exploração; dos resquícios de um saber que se tinha anteriormente; dos mitos, modernos e antigos; e do conhecimento indígena presente em todas as expedições. Desses fatores, esse artigo propõe desvendar algumas relações entre os dois primeiros. A experiência das expedições que percorreram o continente, produz conhecimento geográfico e mostra um território ao rés do chão. A partir de muitas operações, esse conhecimento é traduzido nos mapas e planisférios. A partir de um conjunto de mapas manuscritos do primeiro século de colonização da região platina, busco entender quais as relações entre os diferentes tipos de conhecimento geográfico produzidos pelos agentes imperiais. Parto da hipótese de que os mapas manuscritos podem ser considerados articuladores em dois sentidos. Primeiro, entre o conhecimento ao rés do chão, feito através do saber das práticas de espaço, e a pequena escala dos planisférios imperiais, lugares próprios para a exposição dos produtos daquele saber. Segundo, podem articular ainda as concepções não modernas de mapas itinerários ou roteiros e a moderna cartografia do espaço abstrato e homogêneo que surgiu no período. |
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