Ciência como prática estratégica: a “Viagem Filosófica” ao Pantanal
O tema situa-se no final do século XVIII, quando Portugal e Espanha procuravam definir seus limites coloniais no interior da América Meridional. O cenário é a paisagem fluvial-lacustre situada no interior da América do Sul, hoje conhecida como Pantanal. No artigo estuda-se a passagem da expedição na...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2020
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O tema situa-se no final do século XVIII, quando Portugal e Espanha procuravam definir seus limites coloniais no interior da América Meridional. O cenário é a paisagem fluvial-lacustre situada no interior da América do Sul, hoje conhecida como Pantanal. No artigo estuda-se a passagem da expedição naturalista portuguesa denominada “Viagem Filosófica” pelo Pantanal e a relação que manteve com uma das expedições demarcadoras de limites, também portuguesa, que anos antes havia visitado e cartografado a mesma região. Merece destaque o encontro que a caravana naturalista manteve com um grupo de indígenas da guerreira nação dos Guaikuru, episódio descrito em textos, tendo sido os chefes representados em linguagem visual. O interesse foi ver a relação mantida entre as expedições, e destas com os indígenas, de modo a demonstrar como Portugal fez uso do saber ilustrado para conquistar e expandir o limite de seus territórios na América do Sul, utilizando-se da ciência como prática estratégica. |
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