O paradeiro dos soldados desertores da Colônia Militar Pedro II.
Em 1840, o Império do Brasil fundou a Colônia Militar Pedro II - a primeira de uma série de colônias militares pelo país -, à margem do rio Araguari, no extremo norte de seu vasto território. Anos mais tarde, em 1855, alguns soldados da colônia se revoltaram, assassinaram seu diretor e fugiram para...
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| Gepubliceerd in: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| Hoofdauteur: | |
| Formaat: | Article ou chapitre numérique |
| Taal: | Portugais |
| Gepubliceerd in: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2017
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| Onderwerpen: | |
| Online toegang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Samenvatting: | Em 1840, o Império do Brasil fundou a Colônia Militar Pedro II - a primeira de uma série de colônias militares pelo país -, à margem do rio Araguari, no extremo norte de seu vasto território. Anos mais tarde, em 1855, alguns soldados da colônia se revoltaram, assassinaram seu diretor e fugiram para o Contestado Franco-Brasileiro, região fronteiriça em litígio entre os impérios do Brasil e da França. Através da correspondência oficial, esse trabalho tem como objetivo chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelo Brasil para reaver os desertores refugiados no território contestado e mesmo na Guiana Francesa. Como a documentação nos fornece a identidade e o paradeiro desses homens, considero importante recuperar as estratégias usadas por eles para se manterem livres e com isso, a complexa rede social e política nas quais estiveram envolvidos. |
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