Diplomacia e Defesa no governo Lula da Silva (2003-2010): o diálogo tardio
A Política Externa Brasileira do período Lula da Silva (2003-2010) caracterizou-se por possuir uma ênfase distinta da de seus antecessores, notadamente por uma nova orientação em que, na histórica busca pela autonomia, aquela passou a privilegiar a construção da autonomia pela diversificação. Se dur...
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| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| Autori principali: | , , |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2016
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | A Política Externa Brasileira do período Lula da Silva (2003-2010) caracterizou-se por possuir uma ênfase distinta da de seus antecessores, notadamente por uma nova orientação em que, na histórica busca pela autonomia, aquela passou a privilegiar a construção da autonomia pela diversificação. Se durante boa parte da história brasileira o país manteve sua política externa sustentada essencialmente em seu pilar diplomático, contrariando a visão aroniana de que política externa deve ser equilibrada entre Diplomacia e Defesa, no governo Lula algumas medidas sugerem que a Defesa passaria a possuir um novo espaço na concepção da política externa. Nessa direção, iniciativas como a reformulação da Política de Defesa Nacional (PDN), o lançamento da Estratégia Nacional de Defesa (END), a criação do Conselho de Defesa Sul-Americano (CDS), entre outras medidas importantes, explicitam preocupações da administração Lula para com a temática Defesa que contribuíram para aproximar este tópico da política externa. |
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