Uma região mineradora. Minas Gerais, Brasil, segunda metade do século XIX
Este artigo pretende salientar a relação de interdependência entre as companhias britânicas de mineração e as sociedades locais na província de Minas Gerais durante o século XIX. De um lado, as vilas e o mercado de trabalho se desenvolveram em função das mineradoras que, com sua presença, reativaram...
Gardado en:
| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2015
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Este artigo pretende salientar a relação de interdependência entre as companhias britânicas de mineração e as sociedades locais na província de Minas Gerais durante o século XIX. De um lado, as vilas e o mercado de trabalho se desenvolveram em função das mineradoras que, com sua presença, reativaram uma região economicamente em decadência desde o final do século XVIII, de outro, essas grandes empresas britânicas dependiam do mercado de mão de obra local – escrava e livre –, dos gêneros alimentícios produzidos nos arredores e da prestação de vários tipos de serviço fornecidos pelos moradores da região. Pretende-se mostrar as adaptações feitas por essas empresas para poder contornar as leis promulgadas na Grã-Bretanha contra o trabalho cativo, assim como as mudanças que ocorreram no mercado de trabalho brasileiro durante o longo processo de abolição da escravidão. Como fontes primárias, utiliza-se o diário inédito do comerciante alemão Ernst Hasenclever e o livro do cônsul inglês Richard Burton que visitaram a região no século XIX. |
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