Os modos de figuração da memória e das experiências diaspóricas em quatro documentários brasileiros
Quais são os traços e vestígios de memória que os cineastas privilegiam geralmente nas narrativas que constroem sobre a realidade sócio-cultural das populações diaspóricas? As imagens fílmicas funcionam como reflexos das memórias diaspóricas ou participam diretamente dos mecanismos de seu resgate e...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/nuevomundo, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
Nuevo mundo mundos nuevos
2012
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| Pynciau: | |
| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | Quais são os traços e vestígios de memória que os cineastas privilegiam geralmente nas narrativas que constroem sobre a realidade sócio-cultural das populações diaspóricas? As imagens fílmicas funcionam como reflexos das memórias diaspóricas ou participam diretamente dos mecanismos de seu resgate e de sua mise-en-scène estratégica no espaço público? Com base nestas perguntas preliminares e com base na própria historicidade e generalização do termo “diáspora”, partiremos de uma revisão teórica da “problemática diaspórica” e de uma concepção mais extensiva e menos “essencialista” da noção de “cinema diaspórico”, para examinarmos as estratégias e os modos de construção narrativa de quatro documentários brasileiros nos quais a memória e as experiências das comunidades negras estão em representação. |
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