Acerca das contradições de Carlos Serrano na obra Os Senhores da Terra e os Homens do Mar
A leitura da obra La vie quotidienne au royaume de Kongo du XVIe au XVIIIe siècle (1965) de Georges Balandier, fez nascer o interesse e o projecto de repetir com a mesma óptica a análise da cultura cabinda operada por Carlos Serrano no seu precioso livro Os Senhores da Terra e os Homens do Mar. Uma...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/mulemba, |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Mulemba
2018
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| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | A leitura da obra La vie quotidienne au royaume de Kongo du XVIe au XVIIIe siècle (1965) de Georges Balandier, fez nascer o interesse e o projecto de repetir com a mesma óptica a análise da cultura cabinda operada por Carlos Serrano no seu precioso livro Os Senhores da Terra e os Homens do Mar. Uma operação de facto interessante, porém, que não deixa de ser uma construção. O pressuposto que anima Balandier na análise dos Bakongo pode ser definido como «presente etnográfico», ou seja, fixam-s... |
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