Fundamentos da ekula no poder tradicional mundombe
Este artigo foi escrito a partir de uma súmula de dados orais recolhidos entre 1997 e 2005 e procura analisar a realidade sociocultural e etno-histórica ndombe do Dombe-Grande, localidade situada no sul litorâneo de Benguela. No início, a colecta de materiais nos trabalhos de campo tinha por objecti...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/mulemba, |
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| Yazar: | |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
Mulemba
2018
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| Konular: | |
| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Este artigo foi escrito a partir de uma súmula de dados orais recolhidos entre 1997 e 2005 e procura analisar a realidade sociocultural e etno-histórica ndombe do Dombe-Grande, localidade situada no sul litorâneo de Benguela. No início, a colecta de materiais nos trabalhos de campo tinha por objectivo conhecer a realidade em que se processavam as metodologias educacionais não-formais numa perspectiva freireana, ao mesmo tempo que do ponto de vista etnológico se procurava identificar melhor o Mundombe, tendo em conta o velho pressuposto apontado por distintos estudiosos e investigadores, cujas propostas de classificação intregravam essa comunidade na cadeia Ovimbundu. A excepção contrária à regra desse ponto de vista se deve a Ana de Sousa Santos (1963; 1965) e Ruy Duarte de Carvalho (1997), que defenderam tratar-se de um complexo sociocultural do conjunto Helelo, ainda que, por confirmar. Para assegurar essa tese, o presente texto faz a descrição de uma cerimónia tradicional sobre a ekula, instituição de natureza político-religiosa observada em 1999, sem contudo poder sustentá-lo com referências bibliográficas de estudos efectuados anteriormente sobre este assunto. |
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