Módulos com maior porosidade em relação à comunidade: Uma sugestão para centros de arte contemporânea
“Téléthèque: Encontros Videográficos” foi um ciclo de visionamento de obras em vídeo e de conversas em torno delas, com a presença dos respetivos autores, que teve lugar no Institut Français du Portugal (Lisboa), em 2010, organizado pela Plataforma Ma. No seguimento da realização deste ciclo, tornou...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/midas, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Lenguaje: | Portugais |
| Publicado: |
MIDAS
2015
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| Acceso en línea: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumario: | “Téléthèque: Encontros Videográficos” foi um ciclo de visionamento de obras em vídeo e de conversas em torno delas, com a presença dos respetivos autores, que teve lugar no Institut Français du Portugal (Lisboa), em 2010, organizado pela Plataforma Ma. No seguimento da realização deste ciclo, tornou-se evidente que os centros de arte contemporânea poderiam ou deveriam ter um módulo com um desenho parecido ao de Téléthèque. No presente texto começa-se por explicar muito brevemente em que consistiu e o que motivou este evento. Depois, analisam-se projetos similares ou com características relevantes para refletir sobre as práticas artísticas e curatoriais contemporâneas e, neste contexto, a pertinência e as vantagens que a criação de um módulo deste tipo pode trazer: desde fortalecer uma comunidade artística ao estreitar laços com a comunidade local, a proporcionar espaço para a compreensão e interpretação de ações/obras da arte contemporânea, e ainda como forma de documentação na catalogação de uma obra. |
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