O projeto Picar o Ponto: Memórias orais de operários da Fábrica Robinson

Picar o ponto, aludindo a um gesto do quotidiano dos operários, foi o título que de imediato nos surgiu quando se pensou uma atividade para manter viva a ligação aos trabalhadores da Fábrica Robinson, que encerrou as suas portas no início de 2009. Com Picar o ponto o operário regressa à Fábrica... V...

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Bewaard in:
Bibliografische gegevens
Gepubliceerd in:URI:https://journals.openedition.org/midas,
Hoofdauteurs: Tavares, Célia Gonçalves, Leite, Roberto
Formaat: Article ou chapitre numérique
Taal:Portugais
Gepubliceerd in: MIDAS 2014
Onderwerpen:
Online toegang:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Omschrijving
Samenvatting:Picar o ponto, aludindo a um gesto do quotidiano dos operários, foi o título que de imediato nos surgiu quando se pensou uma atividade para manter viva a ligação aos trabalhadores da Fábrica Robinson, que encerrou as suas portas no início de 2009. Com Picar o ponto o operário regressa à Fábrica... Vem picar o ponto, e traz consigo o que entender necessário para contar a sua história com a fábrica: objetos, fotografias, documentos... ou apenas memórias. Integrado na atual programação do Museu Robinson, com a atividade Dia 17 Acontece, cria-se um espaço para a partilha de experiências pessoais através de relatos biográficos. Pretende-se com esta iniciativa aproximar os cidadãos ao espaço da fábrica, sensibilizando-os para a importância do património industrial, cruzando abordagens de especialistas de várias áreas do património cultural e operários num mesmo espaço-tempo. Num registo de participação pessoal procura-se estreitar laços com os antigos operários enquanto agentes fundamentais para a memória da Fábrica Robinson e como elementos essenciais na construção do projeto para o espaço Robinson em Portalegre, cidade portuguesa do Norte Alentejano com forte tradição industrial.